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sábado, 15 de agosto de 2015

Pico de Matinhos recebe etapa de Surf Amador

Luara Mandelli participando pela primeira vez do campeonato. Anciosa!

Andressa Carvalho com o filho Kauã que participou do campeonato na categoria Espumeiro.
Hoje, 15 de agosto, o Pico de Matinhos é palco da primeira etapa do Circuito WG de Surf, que tem como prioridade as categorias de base. O evento é idealizado pelo Rogério Gordaines com o apoio de patrocinadores.
Estarão em disputas as categorias espumeiro masculino e feminino, Petit (até 10 anos), Grommets (até 12 anos), Iniciantes (até 14 anos) e Mirim ( até 16 anos).


domingo, 10 de maio de 2015

Mundial de Surfe invade o Rio de Janeiro


Chegou a vez da mega estrutura da World Surf League desembarcar em praias verde e amarelas. A partir do dia 11 de maio, com janela de realização se extendendo até o dia 22, o Postinho, pico localizado na Barra da Tijuca, será o palco da 4ª etapa do Mundial de Surfe.

O Rio Pro 2015 estreia quando a capital da Cidade Maravilhosa completa 25 anos sediando uma das etapas válidas pelo título mundial de surfe, com a marca histórica sendo atingida em plena comemoração dos 450 anos de fundação da Cidade Maravilhosa.

A expectativa do público pela chegada dos tops ao Brasil é grande, prinpalmente por tudo que vem acontecendo em 2015 para o surfe brasileiro. Até agora, um ano mais do que especial para o esquadrão do Brazilian Storm.



Gabriel Medina começou a temporada como o primeiro brasileiro detentos do título mundial. Além disso, a etapa começa com Adriano de Souza, o Mineirinho, sendo o dono da lycra dourada, ou seja, atual líder do ranking da temporada. O paulista foi o muito bem na Austrália, garantindo um terceiro lugar na Gold Coast, o vice-campeonato em Bells e, fechando com chave de ouro, com o título em Margaret River,abrindo boa vantagem na disputa geral. A galera também poderá torcer por Filipe Toledo, vencedor da etapa de Snapper Rocks e atual 3º colocado no ranking geral.

Isso, sem falar, no restante do time, que conta com outros quatro integrantes: os paulistas Miguel Pupo e Wiggolly Dantas e os potiguares Jadson André e Ítalo Ferreira. Entre as mulheres, a torcida fica para a nossa guerreira solitária Silvana Lima, que também teve boas apresentações nas primeiras etapas e chega ao Rio de Janeiro com a nona colocação no ranking entre as meninas, liderado pela havaiana Carissa Moore.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Surf: Protesto pede expulsão de PM



Na última segunda-feira, dia 13 de abril, a justiça autorizou o policial militar Luis Paulo Mota Brentano, assassino do surfista Ricardo dos Santos, a trabalhar dentro do batalhão da PM em Joinville, onde cumpre prisão preventiva. 

Por conta da decisão tomada pela juíza Carolina Ranzolin Nerbass Fretta, uma manifestação foi organizada e será realizada nesta sábado (18) na Guarda do Embaú. O anúncio do protesto, que pede pela expulsão do policial da corporação, foi feito pela família de Ricardinho em sua página no Facebook. (fonte Waves)

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Surf: Pupo manda bem na Austrália


Depois de ser paralisado devido à inconsistência dos tubos em The Box, o Drug Aware Pro teve suas baterias pendentes no pico principal, também conhecido como Surfers Point.

Assim que a prova reiniciou, o brasileiro Miguel Pupo fez uma boa apresentação nas bombas de até 10 pés para vencer o irlandês Glenn Hall e o compatriota Filipe Toledo.

Botando pra baixo desde o início do duelo, Pupo somou notas 6.00 e 6.43, descartando 5.33 e 5.90 nas outras duas ondas que surfou em toda a bateria.

Depois de ter sua prancha partida ao meio e perder preciosos minutos, Glenn Hall cresceu de produção no decorrer da batalha, mas suas notas 5.33 e 5.17 não foram suficientes para impedir a vitória de Pupo.

Líder do ranking ao lado do australiano Mick Fanning, Filipe Toledo apostou nas ondas intermediárias e não foi feliz na tática, saindo da água com apenas 3.93 e 4.43 no somatório.

Outros cinco brasileiros entraram em ação e foram derrotados na primeira fase da prova. Além de Filipe Toledo, o campeão mundial Gabriel Medina e os compatriotas Adriano de Souza, Wiggolly Dantas, Jadson André, Italo Ferreira e Alejo Muniz caíram para a repescagem.

O primeiro brasileiro a entrar em ação foi Wiggolly Dantas, uma das vítimas do havaiano John John Florence na abertura da prova, nos tubos de The Box.

Totalmente à vontade nos cilindros, John John dominou a bateria com notas 7.83 e 5.17. O havaiano protagonizou um momento emocionante ao botar pra dentro de uma craca e capotar quando estava prestes a sair.

Guigui teve 4.03 no único tubo que pegou e Dusty Payne ficou atrás, com apenas 0.83 e 1.77.

Em seguida, Jadson André mostrou muita atitude no duelo contra o sul-africano Jordy Smith e o norte-americano Brett Simpson, mas terminou atrás de Jordy.

Jadson se jogou, mas não conseguiu se entocar nos tubos e saiu da água com 2.23 e 1.17 nas duas melhores notas. Jordy, por sua vez, teve um bom momento e levou a melhor com 5.00 e 2.73.

Na quarta bateria, Adriano de Souza fez dois bons tubos (6.67 e 6.83) contra o havaiano Sebastian Zietz e o norte-americano C.J. Hobgood, mas Zietz, que já tinha 6.00 pontos, passeou por dentro de um belíssimo canudo para arrancar 9.23 pontos e estragar a festa do brasileiro.

O quinto duelo reuniu o campeão mundial Gabriel Medina, o compatriota Alejo Muniz e o havaiano Freddy Patacchia.

A bateria rolou sem emoções e foi decidida nos instantes finais, quando Freddy - que tinha apenas 1.80 na melhor nota - pegou uma onda cheia e mandou algumas rasgadas para descolar 2.50, virando o placar contra Medina, autor de 2.33 e 1.63.

Também sem conseguir encontrar o caminho dos tubos, Alejo terminou em terceiro com 1.00 e 2.27.

Na 11a e penúltima bateria, o potiguar Italo Ferreira mediu forças com o taitiano Michel Bourez - defensor do título da etapa - e o norte-americano Nat Young.

Italo acabou em último lugar com 5.00 e 4.93 nas duas melhores notas, deixando a briga entre Michel e Nat. Por uma diferença de apenas 0.06 (14.76 a 14.70), o taitiano levou a melhor no duelo.

(fonte Waves)

domingo, 12 de abril de 2015

Surf: Matinhense no pódium de Maresia


O atleta do litoral do Paraná, local de Marinhos, Jihad Khodr garante a vice-liderança na primeira etapa do Maresia Paulista de Surf Profissional, realizado nesse final de semana na praia de Maresias, em São Sebastião.
Essa etapa contou com 96 surfistas de 11 estados e de grandes destaques como o bicampeão brasileiro, o paranaense Jihad Khodr, que já figurou na elite mundial do WCT, confirmando o alto nível técnico do evento e o troféu de vice-campeão.
O Maresia é responsável por pontos importantes na disputa do título brasileiro, o campeonato terá três etapas para definir o campeão paulista. Conta com mais de R$ 100 mil aos melhores de cada etapa e do Circuito. Em cada disputa, em São Sebastião, Ubatuba e Guarujá, serão R$ 30 mil aos primeiros colocados, sendo R$ 8 mil ao vencedor, além de R$ 1 mil na Overboard Expression Session, para a manobra mais radical.

Apoio
Vale destacar que assim como aconteceu com o Catarinense Profissional de Surf, os maiores patrocinadores do evento foram o Governo do Estado e a Prefeitura Municipal.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Surf: Mick Fanning toca o sino em Bells



Uma decisão entre os dois últimos vencedores do Rip Curl Pro Bells Beach fechou a 54.a edição da etapa mais tradicional do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour na Austrália. E a segunda vitória de Adriano de Souza escapou por 1 centésimo na nota que acabou só empatando em 15,16 pontos a final contra o defensor do título, Mick Fanning. O bicampeonato do australiano foi confirmado pela nota 8,17 da sua melhor onda, contra a 7,77 que o brasileiro recebeu quando precisava de 7,78 para repetir sua vitória de 2013. Mineirinho começou a quinta-feira vencendo o campeão mundial Gabriel Medina e com a vitória assumiria a liderança isolada do ranking, que passa a ser dividida por Filipe Toledo e Mick Fanning.
Esta foi a quarta vez que o australiano badala o sino do troféu do Rip Curl Pro Bells Beach, igualando o número de títulos dos também campeões mundiais Kelly Slater e Mark Richards. O primeiro foi competindo como convidado em 2001 e depois repetiu o feito já como top da elite em 2012 e 2014. Em 2013 o campeão foi Adriano de Souza, que levou o Brasil ao alto do pódio repetindo o feito da cearense Silvana Lima no feminino em 2009. Mick Fanning também igualou outro número histórico com o igualmente tricampeão mundial Andy Irons, já falecido, completando vinte vitórias em etapas do WCT.
“Eu nunca me imaginei estar em uma categoria com o MR (Mark Richards), o Kelly Slater e o Andy Irons. Esses caras são meus heróis. O MR é um deus, o Kelly é um rei e o Andy é para sempre. Isto é incrível para mim”, disse Mick Fanning. “Bells é um lugar especial para mim, eu vinha aqui assistir esse campeonato desde criança e o apoio da multidão aqui é sempre fantástico. Toda vez que eu remo lá pra fora só quero fazer o meu melhor, mas é um evento muito difícil”.
A matemática acabou definindo o campeão em Bells Beach esse ano. O curioso é que dos cinco juízes, três deram nota 7,80, ou seja, analisando que a onda de Adriano de Souza valia a vitória no Rip Curl Pro. Mas, os outros dois acharam que ele chegou perto e deram 7,70 e 7,50. Como a menor e a maior nota são cortadas, a soma das outras (7,80+7,80+7,70=23,30) dividida por três resultou em 7,77 e ele precisava de 7,78. Com isso, Mineirinho apenas igualou os 15,27 pontos de Mick Fanning e a decisão ficou para a maior nota de cada um. O australiano só surfou duas ondas durante os 35 minutos da bateria e uma delas foi a melhor da final, 8,17, enquanto o brasileiro pegou seis e tirou quatro notas na casa dos 7 pontos.
“Hoje (quinta-feira) foi a primeira vez que uma final do WCT terminou empatada, o que é muito radical”, destacou Mick Fanning. “Como a vitória veio para mim, eu sei como foi doloroso para o Adriano (de Souza). Ele é um dos melhores surfistas do circuito, treina muito e bota o seu coração em tudo. Ele é o mais velho integrante do ‘Braziliam Storm’ e faz um trabalho impecável a frente deles”.
O grande intervalo entre as séries foi o fator negativo na quinta-feira de boas ondas de 5-7 pés no Bowl de Bells. A decisão do título só começou depois de 6 minutos, com Adriano de Souza pegando uma onda fraca. Mick Fanning ficou com a prioridade de escolha da próxima, mas deixou passar uma que abriu toda para Mineirinho mandar uma série de manobras potentes com velocidade para tirar nota 6,33. Já passava da metade da bateria quando o australiano pegou a sua primeira e errou a primeira manobra. O brasileiro veio na de trás que abriu para ele fazer outra sequência de manobras aproveitando qualquer espaço na parede de uma boa direita para abrir vantagem com nota 7,50.
Mas, logo Fanning pega uma boa onda e vai estendendo o limite das manobras, invertendo a direção da prancha, surfando com pressão para entrar na briga com nota 8,17. Mineiro dá o troco em seguida sem desperdiçar nenhuma chance de manobrar no crítico da onda e recebe 7,47. As séries ficaram mais constantes e Mick pega outra boa para conseguir os 6,80 pontos que lhe daria a liderança na bateria e os juízes dão nota 7,10. Com isso, Mineirinho passa a precisar de 7,78 nos 8 minutos finais da bateria e ele lutou muito pela vitória. Chegou perto da virada arriscando tudo em duas manobras muito fortes no outside, seguiu fazendo grandes rasgadas abrindo leques de água e finalizando com uma batida explosiva na junção, mas a nota saiu 7,77 e tinha que ser 7,78 no mínimo.
A diferença baixou para 7,51 pontos e o guerreiro Adriano de Souza ainda pegou outra onda há 3 minutos do fim que abriu a parede para ele ir manobrando forte, lincando uma na outra com velocidade, porém a nota foi 7,00 e o resultado terminou mesmo empatado em 15,27 pontos. Se vencesse o Rip Curl Pro Bells Beach de novo, Adriano de Souza assumiria a liderança isolada no ranking mundial com 16.500 pontos, ultrapassando os 15.200 do Filipe Toledo que Mick Fanning igualou com o bicampeonato conquistado na quinta-feira de praia lotada em Bells.
“Para mim, foi um sonho se tornando realidade fazer outra final aqui em Bells”, enalteceu Adriano de Souza. “Este lugar é incrível e foi muito marcante para mim colocar meu nome neste troféu em 2013, então toda vez que venho aqui é uma experiência especial. O Mick (Fanning) mereceu a vitória e muito obrigado a todos que torceram por mim e que lotaram a praia hoje. Obrigado a Rip Curl e a WSL por fazerem outro grande evento e espero estar aqui no próximo ano”.
INVENCIBILIDADE – Nas condições de mar do último dia, com longos intervalos entre as séries fazendo com que poucas ondas boas entrassem nas baterias, uma boa seleção das melhores ganhou peso decisivo nos resultados. Foi assim na grande final e no confronto brasileiro que abriu a quinta-feira em Bells Beach. O campeão mundial Gabriel Medina começou mais ativo, pegando três ondas antes de Adriano de Souza surfar a primeira dele, mas todas fracas. Mineirinho teve paciência, foi mais seletivo e só pegou duas ondas, a segunda já nos minutos finais para ganhar nota 6,50 e vencer por 11,60 a 8,33 pontos.
“O mar está muito difícil, poucas ondas, então dei até um pouco de sorte de pegar duas regulares, pois minha opção mesmo foi esperar pelas melhores”, disse Adriano de Souza, logo após vencer a primeira bateria da quinta-feira em Bells Beach. “É sempre ruim competir contra brasileiros, ainda mais o Gabriel (Medina) que é o atual campeão mundial, é muito talentoso, mas bateria é bateria e um tem que vencer. Pena que não entraram muitas ondas para ficar uma disputa mais bonita”.
Esta foi a sexta bateria que eles se enfrentaram no WCT e Adriano de Souza está invicto, não perdendo nenhuma vez para Gabriel Medina. A última tinha sido também em Bells no ano passado, mas na fase anterior a quartas de final. E quando se tornou o único brasileiro a badalar o sino da vitória no Rip Curl Pro de 2013, Mineirinho também tinha derrotado Mick Fanning nas quartas de final. Ele ainda eliminou o australiano nesta mesma fase na primeira etapa deste ano na Gold Coast. Mas, Fanning leva vantagem no confronto com o brasileiro, registrando sua sétima vitória nas dez baterias que eles disputaram no WCT.
“Infelizmente não vieram muitas ondas e é sempre difícil competir contra o Adriano (de Souza)”, disse Gabriel Medina. “Eu esperava ter tido ondas melhores, mas tudo bem, competição é assim mesmo. Agora vamos pra Margaret River e eu acho a onda lá melhor do que aqui para mim, então espero conseguir outro bom resultado. Só tivemos duas etapas ainda, o quinto lugar hoje foi bom e espero continuar assim para poder lutar pelo título mundial até o fim do ano”.
LÍDER BARRADO – Assim como Gabriel Medina, o ainda líder do ranking Filipe Toledo também parou nas quartas de final sem conseguir somar uma segunda nota mais consistente para superar o norte-americano Nat Young. Na melhor onda do brasileiro, ele atacou o lip com manobras fortes e acertou um aéreo reverse bem alto para ganhar nota 8,33. Mas, o californiano tirou 8,60 com uma sequência de batidas e rasgadas potentes levantando água e ainda somou o 6,50 da sua última onda. Filipinho teve que computar um 5,53 e foi batido por 15,10 a 13,86 pontos.
“Foi uma bateria muito difícil contra o Nat (Young) e ele surfou muito bem as ondas que pegou”, reconheceu Filipe Toledo. “Mesmo assim, estou feliz com o quinto lugar que foi um bom resultado para somar no ranking. Eu cometi alguns erros lá fora e deveria ter tentado algumas manobras, mas serve de aprendizado e vamos em busca de outro bom resultado em Margaret River. Estou amarradão e obrigado a todos que vem torcendo por mim e me apoiando”.
BRASIL BEM NO RANKING – Com os resultados das duas primeiras etapas do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour, a seleção brasileira está toda no grupo dos 22 primeiros que são mantidos na elite dos top-34 para o próximo ano, com Filipe Toledo permanecendo em primeiro lugar e Adriano de Souza em terceiro. O único que estava fora era Jadson André, que foi barrado pelo campeão Mick Fanning na quinta fase e ficou em nono lugar. Com isso, subiu de 25.o no ranking para dividir a 17.a posição com o também potiguar Italo Ferreira e mais dois surfistas, o francês Jeremy Flores e o irlandês Glenn Hall.
Antes de perder para Fanning, Jadson derrotou o australiano Taj Burrow e o brasileiro Miguel Pupo, que caiu da terceira para a oitava posição. Outro paulista que não venceu nenhuma bateria em Bells Beach foi Wiggolly Dantas, que despencou do quinto para o 15.o lugar. Já o campeão mundial Gabriel Medina começou a temporada em 13.o e está empatado em nono com os australianos Taj Burrow e Owen Wright. Agora todos partem para a terceira e última etapa da “perna australiana”, que começa no dia 15 e vai até 26 de abril em Margaret River.
TÍTULO FEMININO – Mas o Rip Curl Pro ainda continua na sexta-feira com a decisão do título feminino. As oito concorrentes estão divididas nas quartas de final que vão abrir o último dia das meninas em Bells Beach. A atual bicampeã desta etapa, Carissa Moore, havaiana que ainda defende a liderança do ranking 2015, está na segunda bateria com a francesa Johanne Defay. E na seguinte, se enfrentam as duas melhores surfistas do ano passado, a hexacampeã mundial Stephanie Gilmore e a vice-campeã Tyler Wright.
O Rip Curl Pro Bells Beach está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pela Fox Sports para a Austrália, com coberturas especiais também pelo MCS Extreme na França, EDGE Sports na China, Coréia do Sul, Malásia e outros territórios, com a TV Globo sendo a nova parceira da World Surf League no Brasil.

(Texto João Carvalho)

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Surf: Brasil x Austrália em Bells

Adriano de Souza, o Mineirinho e o australiano Mick Fanning disputam a grande final da segunda etapa do ano da World Surf League (WSL). Depois de eliminar o campeão mundial de 2014, Gabriel Medina, nas quartas, Adriano de Souza, o Mineirinho, dominou a primeira bateria da semifinal, venceu o australiano Josh Kerr e está na decisão em Bells Beach, na praia australiana de Victoria.

O surfista foi o único brasileiro que restou na segunda etapa do ano do Mundial de surfe, já que ele mesmo eliminou Medina na fase anterior, enquanto Filipe Toledo, campeão da 1ª etapa em Gold Coast, caiu diante do norte-americano Nat Young nas quartas.

(foto: ESPN)

quinta-feira, 26 de março de 2015

Clipping: Site Jornal dos Bairros Litoral

Clipping: Site Jornal dos Bairros Litoral na divulgação dos paranaenses no Circuito em Floripa - SC.

http://www.jornaldosbairroslitoral.com.br/noticias/esportes/capa/2015/03/floripa-circuito-catarinense-de-surf-profissional-segue-mais-um-dia



Floripa: Circuito Catarinense de Surf Profissional segue mais um dia



No segundo dia da primeira etapa do Circuito Catarinense de Surf Profissional 2015, na Joaquina, em Florianópolis, seguem nas disputas os atletas paranaenses o tri-campeão brasileiro de Matinhos Peterson Rosa e o bi-campeão brasileiro Jihad Kodry, também de Matinhos.
Avançam para o terceiro round Peterson Crisanto, chamado carinhosamente de Petersinho, de Matinhos e de Paranaguá, da Ilha do Mel, Victor Valentim.
O Paraná contou com grande representatividade e com atletas profissionais que não avançaram para o próximo round. Parabéns pelo esforço e empenho dos surfistas de Paranaguá, Alessandro Puga, da Ilha do Mel, a família Valentim com Gustavo e Amani, de Pontal do Paraná, Felipe Correa e de Matinhos João Marcos, que infelizmente, não avançaram, mas registraram a presença do litoral paranaense, nesse evento tão importante para o surf nacional.
O Circuito Catarinense de Surf Profissional é um dos mais disputados do país e reúne a elite do surfe nacional na briga pelos títulos catarinense e brasileiro de surfe profissional.
O evento é válido pela primeira etapa do Abrasp Tour 2015 (Circuito Brasileiro de Surf Profissional), distribuindo R$ 30 mil de premiação, além de 1.000 pontos nos rankings catarinense e brasileiro.
Estamos na torcida e desejamos boas ondas para nossos atletas.

Acompanhe o campeonato via web pelo site:
http://surfpro.com.br/2015/fecasurf/pro01/indexpro.htm

Evento
O Circuito Catarinense de Surf Profissional 2015 é apresentado pela Prefeitura de Florianópolis e Fundação Municipal de Esportes, tem o patrocínio do Governo do Estado de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Fesporte, a realização da Fecasurf, Associação de Surf da Joaquina e Abrasp.

Fotos: Basílio Ruy - Fecasurf Federação Catarinense 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Paranaenses se destacam na Joaquina



A praia da Joaquina, na Ilha da Magia, em Florianópolis, recebe nesta semana, de 25 a 27 de março, a abertura do Circuito Catarinense de Surf Profissional 2015 da Fecasurf – Federação Catarinense de Surf, evento válido também pela primeira etapa do Abrasp Tour 2015 (Circuito Brasileiro de Surf Profissional), distribuindo R$ 30 mil de premiação, além de 1.000 pontos nos rankings catarinense e brasileiro.
Os paranaenses que participam da primeira etapa do Circuito Catarinense de Surf Profissional seguem na corrida pelo título brasileiro. Estão na disputa o Parnanguara, Alessandro Puga que venceu a chave de bateria, seguindo na disputa. Representando a paradisíaca Ilha do Mel, a família Valentim garantiu a classificação, Gustavo e Amani avançam e Victor já está  no segundo round. 
De Pontal do Paraná, Felipe Correa foi o único que não avançou para o segundo round.
Os Matinhenses Peterson Crisanto e João Marcos cairam na mesma bateria e garantiram a classificação, João com uma nota 12.33 em cima do campeão paranaense e que disputa a divisão de acesso do surf mundial, Petersinho tirou 12.10. Foi uma bateria de alto nível técnico e que deixou o público e os familiares na torcida pela classificação dos paranaenses que apresentaram um surf com muito estilo.

Elite
O tri-campeão brasileiro de Matinhos Peterson Rosa e o bi-campeão brasileiro Jihad Kodry estão no terceiro round que acontece, nessa quinta-feira (26) e aguardam a chave de classificação que acontece nessa quarta (25).
O Circuito Catarinense de Surf Profissional é um dos mais disputados do país e reúne a elite do surfe nacional na briga pelos títulos catarinense e brasileiro de surfe profissional.
Acompanhe o campeonato via web pelo site:
http://surfpro.com.br/2015/fecasurf/pro01/indexpro.htm

Evento
O Circuito Catarinense de Surf Profissional 2015 é apresentado pela Prefeitura de Florianópolis e Fundação Municipal de Esportes, tem o patrocínio do Governo do Estado de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Fesporte, a realização da Fecasurf, Associação de Surf da Joaquina e Abrasp.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Surfista do Paraná garante o segundo lugar em Circuito



A Matinhense Andressa Carvalho garantiu o troféu de vice-campeã no Circuito Catarinense de Surf Amador que aconteceu nesse final de semana, na paradisíaca Praia da Saudade, “Prainha” como é mais conhecida, na bela e histórica cidade de São Francisco do Sul, litoral norte do estado de Santa Catarina.
O evento é uma organização da Fecasurf – Federação Catarinense de Surf.


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Medina faz história é o primeiro brasileiro campeão mundial de surf


Gabriel Medina é campeão mundial de surf 2014. O título, inédito para o Brasil, veio com após ver seu ídolo de infância, o australiano Mick Fanning ser derrotado pelo brasileiro Alejo Muniz no Round 5 do WCT Pipe Masters, realizado em Pipeline, Havaí. Gabriel dependia apenas de si para ser campeão, mas a matemática também o favorecia, dependendo do resultado de seus rivais Kelly Slater e Mick Fanning.
Após cinco dias consecutivos sem ondas, o Pipe Masters foi retomado e finalizado nesta sexta-feira (19/12). No Round 3, Gabriel Medina fez sua parte, vencendo a bateria e, com isso, eliminando Slater da briga pelo título. Em seguida, Mick Fanning quase perdeu, o que daria o título ao brasileiro antecipadamente. Foram momentos de tensão. Mas o australiano virou nos últimos minutos e a decisão foi adiada em algumas baterias.
No Round 4, Gabriel Medina enfrentou Filipe Toledo e Josh Kerr. Filipe não perdoou e mostrou que queria vencer. Foi um duelo emocionante entre os dois brasileiros, com trocas de nota a todo instante. Nos últimos minutos, Medina virou a bateria, rumo às quartas de final.

Com a vitória, Gabriel entrou para a história, de fato. Fez com que seu nome nunca seja esquecido e que sirva de exemplo para outros brasileiros não só no surf, mas no esporte. Uma verdadeira sensação. Mas não há motivos para demonstrar surpresa com o título mundial ou com o excelente desempenho de “Gabe” nesta temporada 2014. Sua luta, seus esforços e suas vitórias vêm de muito antes. De forma que esse troféu vem coroar, em bom tempo, uma preparação de anos.
É preciso fazer uma pequena retrospectiva em nossas mentes para que se entenda que o título mundial tem ainda mais significado na carreira de Medina e na história do surf brasileiro. Gabriel foi o mais jovem brasileiro a ingressar no tão disputado circuito da ASP. E essa posição, é claro, só poderia ser alcançada com muitos outros bons resultados anteriores.
Sua entrada no Tour, aos 17 anos, já foi um grande feito. Nem os mais otimistas poderiam adivinhar o que Gabriel, ainda tão jovem, era capaz de fazer como “novato” no seleto grupo dos 36 melhores surfistas do mundo. Acontece que, em 2011, ele entrou no “meio” do WCT, restando cinco etapas a serem disputadas. E venceu duas delas: na França, contra Julian Wilson, sua segunda competição entre as estrelas do surf, e em San Francisco, contra Joel Parkinson. Sinal do que aconteceria três anos depois? Naquele ano, Kelly Slater, derrotado por Medina duas vezes, chegou a dizer: “Com certeza esse garoto vai ganhar vários títulos mundiais”. Um ele já ganhou. Que venham os próximos.
(fonte ESPN)

domingo, 2 de novembro de 2014

Matinhense garante pódio no Mahalo Surf Eco Festival



Com disputas acirradas no Mahalo Surf Eco Festival, etapa de nível 4 estrelas do WQS, na praia da Tiririca, Itacaré (BA), o matinhense Jihad Khodr garantiu o terceiro lugar no evento mundial que contou com mais de 180 surfistas de todo o mundo.
Sempre competitivo Jihad Khodr conseguiu a virada no duelo contra Paul-César Distinguin. Com 5.25 e 4.25 no somatório, Jihad ficou em situação delicada no outside, pois o francês precisava de apenas 3.00 para recuperar a ponta. E o golpe fatal veio logo em seguida, com uma esquerda trabalhada por Distinguin até o inside e avaliada em 4.00 pontos pelos juízes.
"Não consegui chegar à final, mas feliz pelo terceiro lugar aqui no QS de Otacaré, obrigada Deus e agradeço aos meus patrocinadores Back Wash e WG", disse Jihad Khodr.

Resultado do Mahalo Surf Eco Festival 2014

1 Alex Ribeiro (Bra)
2 Paul-César Distinguin (Fra)
3 Yago Dora (Bra)
3 Jihad Khodr (Bra)
5 Marco Fernandez (Bra)
5 Yagê Araújo (Bra)
5 Krystian Kymerson (Bra)
5 Jay Thompson (Aus)

Alex Ribeiro vence Mahalo Surf Eco Festival em Itacaré (BA) e garante o título sul-americano da temporada.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

sábado, 25 de outubro de 2014

Paraná representado no WQS Oceano Pro em Floripa


A convite da organização do WQS, evento mundial de surf que seleciona os melhores surfistas para o WCT o blog esteve prestigiando o evento que contou com a participação dos paranaenses Jihad Khodr e Peterson Crisanto. Na foto, o promotor de eventos Antonio Maninho Barbosa e o surfista Peterson Crisanto comemoram a vitória após avançar mais uma bateria.
 
 
 
O bi-campeão brasileiro Jihad Khodr se preparando para entrar na bateria na disputa pela classificação.


 
O Oceano Santa Catarina Pro, ASP 6-Star reuniu atletas de 25 países, os melhores do mundo. Confira detalhes da estrutura do evento.

 








 


 
 
 
 
 

Michael Rodrigues vence Oceano Santa Catarina Pro no Brasil


Em sua primeira vitória no ASP, Michael Rodrigues (BRA) usou seu conhecimento local na Praia da Joaquina, na ilha de Florianópolis, Brasil para derrotar Santiago Muniz (ARG), no último dia do ASP 6-Star Oceano Santa Catarina Pro. Com a vitória, Rodrigues ganhou U$ 25.000 em prêmios e 3.500 pontos no ranking que ele corres para 42 lugar no ASP Qualificação Series (QS).

Depois de ser levado até a praia para o pódio, Michael Rodrigues afirmou: “Eu me sinto muito emocional agora, eu não estava esperando essa vitória. Que sofreu uma lesão um tempo atrás e quando eu comecei a surfar de novo, eu disse a mim mesmo que eu iria treinar duro como se cada dia fosse o último. Mas eu ainda não posso acreditar que eu ganhei! “

Ao longo da competição, Rodrigues usou uma variedade de manobras aéreas para chegar ao último dia do evento no Oceano Santa Catarina Pro. “Eu tenho trabalhado em alguns ares diferentes e isso me deu mais confiança para retirá-los na competição”, disse Rodrigues. “Tenho surfado em todas as condições esta semana aqui na Joaquina e este resultado aqui me deu muito mais confiança. Eu não vou para o Havaí este ano, mas no próximo ano eu pretendo surfar em cada grande evento no QS para tentar obter para o WCT. “

Santiago Muniz é o irmão mais novo do atual surfista do WCT, Alejo Muniz (BRA). Sua família cresceu um curto de carro ao norte de Florianópolis, na pequena cidade de Bombinhas. Com o seu resultado de hoje, Muniz deu mais um passo mais perto de se juntar ao seu irmão na turnê campeonato.

"Estou muito feliz com este resultado", mantido Santiago Muniz. "Conseguir um vice-campeonato me dá um monte de pontos no final da temporada. Há ainda alguns eventos mais importantes deixaram neste ano e eu quero fazer o meu melhor para tentar se qualificar para o WCT. Eu teria adorado por ter ganho este evento, mas Michael (Rodrigues) tinha duas grandes ares na final e eu deveria ter usado a sua estratégia. Espero que da próxima vez eu vou sair por cima. "

Depois de vários dias leigos no período de espera devido a ventos fortes, um swell em declínio forçou os organizadores do evento para fazer passar um longo dia de competição. Surfers foram confrontados com vento terral e ondas moderadas na faixa de 1-2 pés (0,5 metros). Seleção de ondas foi fundamental na determinação dos resultados de cada bateria.

Apesar das condições de deterioração, o pointbreak na Praia da Joaquina na capital da ilha de Santa Catarina transmitir sua beleza especial em todo o mundo através de características especiais, como as vistas épicas da câmera zumbido durante todo o evento.

Vários atletas tiveram a oportunidade de subir no ranking após a eliminação das sementes superiores durante o ASP 6-Star Oceano Santa Catarina Pro.
Brent Dorrington (AUS) subiu 28 posições para o número 52 no ranking QS depois de alcançar as semifinais.

"Sim, subir no ranking é bastante um bônus", afirmou Dorrington. "Eu gostaria de ter feito a final, mas eu simplesmente não conseguia encontrar um bom righthander lá. Estou bombeado para ir para todo o resto dos Primes para o restante do ano e manter desbastando-lo. Espero que até no final do ano eu vou estar no top 10 e vai ser um bônus desagradável. Eu vou estar indo para o evento 4-Star na próxima semana em Itacaré e eu estou feliz por estar no Brasil, pois é raro ter te contesta consecutivas em qualquer país. "

Na outra semifinal, Muniz tirou Tomas Hermes (BRA), que foi capaz de reforçar suas QS ranking como ele pulou de 9 a 7 º lugar geral.

"Foi uma bateria muito difícil porque tivemos muito menos sets quando comparado com o calor antes de nós", disse Hermes. "Santiago (Muniz) é um surfista muito forte e eu não era capaz de demonstrar o meu jogo ferroviário nessas ondas. Tentei esperando por um conjunto maior de vir, mas a maré alta fez as coisas complicadas. Há ainda alguns eventos em América do Sul antes dos Primes no Havaí, então ainda há muito chão para cobrir antes que eu possa comemorar a minha qualificação para o WCT. "

Vale ressaltar que um punhado de atletas realmente chamou a atenção dos juízes, colegas surfistas e da multidão na Praia da Joaquina por suas performances em geral. Torrey Meister (HAW), Noe Mar McGonagle (CRI), Jean da Silva (BRA), Tanner Hendrickson (HAW), Davey Cathels (AUS), Carlos Munoz (CRI) e Ítalo Ferreira (BRA) todos mostraram uma impressionante exibição de surf moderno que incluiu uma série de hacks em massa, manobras aéreas e ferroviárias para boardriding ferroviário.

Italo Ferreira entrou no grupo de 10 surfistas do ranking QS que fará parte da nova classe de atletas que vão participar no 2015 World Championship Tour.

"Mudei-me até um pouco no ranking com este bom resultado, mas nada está resolvido ainda", observou Ferreira. "Meu objetivo é fazer o bem no evento Prime em Maresias, que vale o dobro de pontos. Mas, primeiro, eu estou voando para Portugal para participar no Campeonato do ASP World Pro Júnior e eu vou tentar o meu melhor lá como bem. " 

(fonte Assessoria ASP)