quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Sucesso nas duas primeiras edições, Caminhão Feira acontecerá em dois bairros por semana


Iniciativa promove a venda direta entre produtores familiares das colônias e consumidores nos bairros. Quinta-feira (21), a Feira acontece no Jardim Iguaçu e Jardim Esperança.
Após vender mais de três toneladas de alimentos na semana passada, Paranaguá passará a ter o Caminhão Feira, simultaneamente, em dois bairros diferentes toda quinta-feira. A decisão de ampliar o serviço partiu da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) de Paranaguá, após constatar o sucesso de vendas nas duas edições já realizadas – no Jardim Iguaçu e no Labra.

“Muitos agricultores das nossas colônias pediram para realizarmos mais vezes para que eles pudessem participar. Levamos esta demanda ao prefeito Edison Kersten, que determinou que ampliássemos o serviço para atender às necessidades dos nossos produtores”, explica a secretária da pasta, Cintia Maria Lopes dos Santos.

De acordo com Cintia, o caminhão estará sempre num bairro novo e num bairro que já tenha passado, revezando as localidades contempladas.
O Caminhão Feira é um projeto que oferece legumes, verduras, hortaliças, frutas e produtos transformados como pães, bolos, bolachas e macarrão caseiro, produzidos em nossas colônias. Como são oferecidos diretamente do produtor aos consumidores, eliminando intermediários, os preços ficam mais competitivos.

Na próxima quinta-feira (21), inaugurando a nova fase do projeto, o Caminhão Feira estará nos bairros Jardim Iguaçu (rua dos jatobás, próximo ao posto de saúde) e Jardim Esperança (em frente à escola Francisca Pessoa Mendes), das 8h às 12h.

Preços para o Caminhão Feira da próxima quinta-feira (21):

Jardim Esperança (em frente à escola Francisca Pessoa Mendes) e Jardim Iguaçu (rua dos jatobás, próximo ao Posto de Saúde). 

Aipim – R$ 1,50 o quilo.
Banana Caturra – R$ 1 o quilo.
Banana Prata – R$ 2 o quilo.
Alface – R$ 1 a unidade.
Couve, Almeirão ou Cheiro-Verde – R$ 1 o maço.
Tomate, batata, cenoura e cebola – R$ 1 o pacote.
Pão caseiro- R$ 4 a unidade. 
(fonte Secom)

Prefeitura conclui primeira etapa da regularização fundiária da Ilha dos Valadares


Processo está tramitando com atuação da Comissão que elaborará o Plano Urbanístico da Ilha. Representantes da população participam do processo.
A Prefeitura de Paranaguá, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf), concluiu a unificação da planta da Ilha dos Valadares, que antes eram três. Com o trabalho, a administração tem uma planta única da Ilha. Esse é o primeiro passo para a regularização da Ilha dos Valadares. A informação é do secretário da pasta, Jorge Abe.

Agora, a Semhaf encaminha esse documento para o registro de imóveis para que seja feita uma única escritura. Depois, serão confeccionadas as plantas das quadras com os nomes de ruas. O desafio deste processo são as ruas com mais de um nome.

Vencido este desafio e uniformizados os nomes de ruas, novo registro será feito no cartório de imóveis. Depois, a Prefeitura começa o levantamento terreno a terreno, fazendo as medições. Essas são as informações que vão para o título de posse.

Este trabalho é da Comissão do Plano Urbanístico da Ilha dos Valadares, que conta com profissionais de várias áreas e representantes de moradores a Ilha. A Comissão reúne-se uma vez por mês e deliberam todos os trâmites necessários ao processo de regularização da Ilha dos Valadares.
(fonte Secom)

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

É tendência: RING PARTY



Nada como os acessórios para ajudar a compor um look! 

E para quem gosta de algo original e bem descolado pode aproveitar a onda da "RING PARTY" (anéis e mais anéis misturados).

Não tem regra: vale mis­tu­rar anéis de todos os esti­los e for­matos. Anéis de falange, finos, lar­gos, grossos, gigantes, com pedras, sem pedras...

E não pensem que por causa disso você terá que aban­donar suas pul­seiras, relógio e/ou colares. Imag­ina! Pode usar tudo junto! É pra ser maxi exager­ado mesmo.

Tudo vai depender do seu estilo.



Fandango de Paranaguá torna-se Patrimônio Imaterial Cultural do Brasil

As batidas dos tamancos sobre o tablado de madeira, o som da rabeca do mestre e do adufo nas mãos do fandangueiro. Todas estas – e muitas outras – características que definem o Fandango de Paranaguá agora são Patrimônio Imaterial Cultural do Brasil. O título foi concedido pelo Ministério da Cultura (Minc) em cerimônia na noite de sexta-feira (15) no plenário da Câmara Municipal de Paranaguá. 

O evento contou com a presença do prefeito Edison Kersten, de representantes do Ministério da Cultura, da regional Paraná do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), dos presidentes das fundações municipais de Turismo e de Cultura, vereadores e, sobretudo, de mestres fandangueiros de quatro grupos da cidade, além de membros dos grupos, incluindo os mais jovens. 

O Fandango é uma dança típica da cultura caiçara cuja manifestação se dá no litoral sul de São Paulo e no litoral do Paraná. O prefeito Edison Kersten parabenizou a todos que lutam para manter viva a tradição do Fandango e salientou as ações do poder público municipal para apoiar a manifestação cultural. “É um título importante que muito orgulha a todos os que vivenciam e experimentam o Fandango, que sabem que isto faz parte de nossas raízes. Falando em termos práticos, o título nos dá mais condições de buscar recursos tanto do Governo Estadual quando do Governo Federal. A Prefeitura tem apoiado os grupos realizando bailes públicos de Fandango no Mercado do Café. O público tem comparecido e prestigiando cada vez mais”, disse. 

De acordo com o prefeito, um centro de apresentações culturais, com o devido destaque para o Fandango, está incluso no projeto das obras de reestruturação do entorno do Aquário Marinho, na Praça 29 de Julho. 

Segundo explica Américo Córdula, secretário de políticas públicas do Ministério da Cultura, na prática, o título de Patrimônio Imaterial Cultural do Brasil obriga o Estado brasileiro a manter programas específicos para manutenção do Fandango. “Vira política pública de Estado, independente da mudança de governos. Isso dá segurança aos grupos que trabalham com a dança, abre portas do ministério e facilita a obtenção de recursos”, explica. 

O superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Paraná, José La Pastina Filho, é uma das personalidades públicas que sempre lutou pela manutenção do Fandango como expressão da cultura de raiz típica de Paranaguá e região. “Ficamos muito felizes de conceder o título, pois agora o Paraná tem uma manifestação cultural legítima e reconhecida pelo Ministério. É uma data muito importante para a cidade e seus habitantes”, disse. 

Quatro grupos dedicam-se a manter viva a tradição do Fandango em Paranaguá: Grupo ‘Ilha dos Valadares’, do mestre Brasílio; grupo ‘Pés de Ouro’, do mestre Nemésio; grupo ‘Mandicuera’, de Aorélio Domingues e grupo ‘Mestre Romão”. Com exceção de Aorélio, todos os mestres são pessoas idosas, que lutam para atrair jovens e manter viva as batidas do Fandango. 

“O título pode nos ajudar nisso, pois facilitará a obtenção de recursos junto ao Ministério. Com mais recursos, é possível levar o Fandango para mais espaços, valorizá-lo mais, levar até os nossos jovens”, saliente Aorélio. 

Com 77 anos e fandangueiro desde os 8, mestre Brasílio estava emocionado após receber o título. “Agradeço ao Ministério, ao prefeito, a todos que participaram disso, principalmente o pessoal dos grupos aqui presentes”, disse. 

A presidente da Fundação Municipal de Cultura (Fumcul), Maria Angélica Lobo Leomil, explica que, para tentar despertar o interesse dos jovens, está em negociação um projeto que vai levar a dança para as escolas do município. “Estamos acertando os detalhes disso com a Secretaria de Educação. Também ofertamos oficinas que ensinam a confecção da rabeca e de outros instrumentos do Fandango”, salientou. 

Para o turismo, o Fandango como patrimônio imaterial traz novas perspectivas. “Nos dá uma identidade reconhecida nacionalmente. Já levávamos o Fandango para apresentações fora da cidade e éramos aplaudidos por todos. Continuaremos nesta tarefa e poderemos divulgar ainda mais essa dança como sendo genuinamente de Paranaguá”, disse o presidente da Fundação Municipal de Turismo (Fumtur), Rafael Guttierrez Júnior.

Festa do Fandango 

A concessão do título abriu oficialmente a programação da 5ª Festa do Fandango, promovida pela Prefeitura de Paranaguá, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fumcul). A programação seguiu neste sábado com uma mesa redonda, conferência e grupos de trabalho sobre a dança. À noite, acontece o baile de Fandango no Mercado do Café. 

No domingo (17), a partir das 15h, acontece café com banana e fandango, roda de viola com os mestres, causos com Rogério Soares e Pilda Costa e a Feira de Artesanato e Gastronomia caiçara no Mercado do Café. 

História

O Fandango do litoral paranaense é uma das manifestações folclóricas mais antigas do Brasil. Tem sua origem na Espanha e chegou ao litoral com os primeiros casais de colonos açorianos por volta de 1750. Com muita influência espanhola, passou a ser batido principalmente durante o entrudo (antiga celebração do que hoje se conhece como Carnaval). Em quatro dias, a população não fazia outra coisa senão bater o fandango e comer barreado.

De origem espanhola (e também com influências portuguesas), o Fandango é uma dança trazida pelos imigrantes que no passado se espalharam pelo litoral. Para recordar a pátria distante e matar as saudades, eles dançavam em grandes mutirões festivos.

E assim, em uma fusão de cultura, surgiu o Fandango, que ganhou os compassos dos índios e dos caiçaras, fazendo nascer uma manifestação folclórica diferente incluindo ainda instrumentos como a rabeca, o adufo e a viola.

Três séculos se passaram e nesse correr dos anos, o fandango tornou-se uma dança típica com coreografia e música.

Nos anos 60, o fandango praticamente desapareceu em função de uma Nova fase cultural que predominou no mundo através da televisão e do radio que propagavam as novas tendências musicais. A falta de interesse dos jovens em aprender o fandango também contribuiu para que a dança entrasse na relação das manifestações folclóricas em extinção.

Assim, foi até a década seguinte. Nos anos 70, o fandangueiro Romão Costa passou a receber o incentivo do professor Inami Custódio Pinto, um dos maiores folcloristas, pesquisadores e compositores do Paraná. E desta forma o fandango ressuscitava timidamente. Da teoria para a prática foram mais 20 anos, ou seja, em 1993, a extinta Funcultur resolveu criar um grupo de fandango que representasse Paranaguá pelo Brasil afora.

Assim nasceu o Grupo Folclórico Mestre Romão, que realizou sua primeira apresentação no dia 11 de junho de 1994 no antigo Teatro da Ordem. O sonho do fandangueiro Romão Costa se tornava realidade.

O fandango foi resgatado e favoreceu o surgimento de outros grupos e mestres, que também estavam adormecidos. Todos foram contagiados pela efervescência cultural que está presente até os dias de hoje. Atualmente o fandango faz parte da realidade cultural de Paranaguá, seja através da Associação Mandicuera ou por intermédio espontâneo dos jovens que sentem vontade de dançar fandango, e bater o pé por esta ideia, mostrando que Paranaguá possui sua identidade cultural preservada, afinal o fandango é hoje um bem tombado e faz parte do patrimônio imaterial da cultura nacional.
(fonte Secom)

Paranaguá: II Fórum Municipal de Acessibilidade

A Prefeitura de Paranaguá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, junto com o Núcleo Regional de Educação e escolas especiais da cidade promovem o II Fórum Municipal de Acessibilidade no dia 22 de agosto.

O encontro será realizado no Colégio Estadual José Bonifácio, das 13h às 18h, com representantes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e a Associação de Colaboradores da Escola de Deficientes Auditivos (ACEDA) que estarão expondo as situações enfrentadas pelos seus alunos.

O trabalho em parceria com esses órgãos vai propiciar novas idéias com o objetivo de atender aos portadores de necessidades especiais como surdos, pessoas com deficiência visual ou deficiência física, assim como portadores de deficiência intelectual, entre outras.

Pais, mães e professores estão sendo convidados para discutir as questões voltadas à acessibilidade neste Fórum.
(fonte Secom)

Prefeitura estuda construir banheiros públicos para a Feira da Lua


O sucesso da Feira da Lua – prestigiada por milhares de pessoas desde a sua criação – na Praça dos Leões fez surgir a necessidade de banheiros públicos para uso da população. A Secretaria de Agricultura,Pesca e Abastecimento (Semapa) da Prefeitura de Paranaguá já estuda construir banheiros para atender a população nas noites de terça-feira, quando se realizada a Feira. 

“A Prefeitura está atenta a essa necessidade da população e já está tomando as providências necessárias”, disse a secretária da pasta, Cintia Lopes dos Santos. 

“Estamos negociando. Os banheiros químicos são terceirizados e verificamos que o valor não compensaria para uso apenas um dia por semana. Por isso, estamos verificando a possibilidade de constuir banheiros na praça, que ficariam abertos para uso do público somente durante a feira”, explica. 

Feira caiu no gosto do público 

A Feira da Lua foi criada em 2014, por iniciativa do prefeito Edison Kersten, com a intenção de movimentar um espaço público que estava degradado na cidade. Primeira feira gastronômica noturna da cidade, a Feira da Lua acontece toda terça-feira, entre 17h e 23h, e caiu no gosto da população, atraindo milhares de pessoas à Praça dos Leões, onde o visitante pode conferir um variado cardápio gastronômico, desde comidas típicas até produtos transformados trazidos das colônias de Paranaguá, além de variadas atrações culturais. (fonte Secom)

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Coluna Vip em Foco

Coluna Vip em Foco na Folha do Litoral News
Toda sexta-feira notícias, informação, moda, beleza, entretenimento, atualidades e sociedade.


Secretaria do Trabalho tem vários cursos gratuitos para micro e pequeno empreendedor

A Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego – Semtra – desenvolve, em parceria com o Sebrae-Paranaguá, uma série de cursos e palestras para capacitar o micro e pequeno empreendedor do município. Um dos mais recentes projetos é a Oficina Itinerante, que leva palestras aos bairros mais afastados da cidade. As oficinas vão até novembro e têm temas como “Sei Vender”, “Sei Controlar Meu Dinheiro” e “Sei Planejar”. 

Com duração de 3h, o curso possibilita um contato prático e rápido com conceitos que ajudam o pequeno e micro empreendedor a se manter no mercado. 

“O projeto surgiu de uma preocupação do prefeito Edison, de levar capacitação aos bairros mais afastados do centro, e de uma meta da Semtra, que é baixar os índices de ‘mortalidade’ de empresas recém-criadas. Isto passa pela capacitação do empresário”, explica Adriana Albini, secretária da pasta. 

A próxima oficina, com o tema “Sei Controlar o Meu Dinheiro” será realizada na terça-feira (19), no bairro Porto dos Padres, a partir das 19hrs, na CRAS Porto dos Padres (ao lado da creche Regina Célia). 

A inscrição nas oficinas pode ser feita na Sala do Empreendedor, na seda da Prefeitura. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3420-6069. 

Veja o cronograma das próximas oficinas: 

19/08 – Porto dos Padres – “Sei Controlar Meu Dinheiro”. CRAS Porto dos Padres (ao lado da creche Regina Célia). 19hrs. 

10/09 – Nilson Neves – “Sei Vender”. CRAS Nilson Neves (Rua das Hortênsias). 19hrs. 

16/09 – Alexandra – “Sei Controlar Meu Dinheiro”. Administração Regional de Alexandra (Rua José das Dores Camargo, s/n). 19hrs. 

30/09 – Vila Garcia - “Sei Planejar”. CRAS Vila Garcia (rua Subtenente Onofre Moreira da Rocha). 19hrs. 

15/10 – Serraria do Rocha – “Sei Vender”. CRAS Serraria do Rocha (rua Barão do Amazonas, s/n). 19hrs. 

21/10 – Vila Marinho – “Sei Controlar Meu Dinheiro”. Salão de Festas AED (rua Celso Luiz, 2218). 19hrs. 

13/11 – Vila do Povo – “Sei Vender”. Escola Municipal Iná Xavier Zacharias. 19hrs. 

18/11 – Costeira – “Sei Controlar Meu Dinheiro”. Centro Comunitário da Costeira (rua Theodorico dos Santos, S/N). 19hrs. 

Parceria 

O projeto Oficinas Itinerantes é um exemplo da parceria constante entre a Prefeitura de Paranaguá e o Sebrae. Há cursos pagos e gratuitos, voltados tanto para os pequenos empreendedores quanto para os empresários já estabelecidos. 

Do total de 25 cursos que o Sebrae irá desenvolver no litoral entre agosto e dezembro, 18 serão realizados em Paranaguá. “O número demonstra que o trabalho em parceria traz bons resultados”, disse Adriana, secretária da pasta de Trabalho e Emprego da Prefeitura. 
Para saber todos os cursos disponíveis na cidade, acesse o site do Sebrae no endereço www.sebraepr.com.br. 
(fonte Secom)